O exame de dois anos atrás
Está em algum e-mail, num PDF que você não acha, ou no portal do laboratório com a senha esquecida.
Mande a foto do prato, o PDF do exame, a receita, um áudio. O viid lê, entende e guarda — e tudo vira um histórico de saúde que finalmente fica com você.
Conversa ilustrativa.
E na próxima consulta você começa do zero — de novo.
Está em algum e-mail, num PDF que você não acha, ou no portal do laboratório com a senha esquecida.
Virou uma foto perdida no meio de milhares de outras na galeria. Qual era a dose mesmo?
Na semana em que o peso subiu, ninguém anotou nada. Anotar dá trabalho — e por isso ninguém anota.
O viid mora onde você já está: no WhatsApp. Não tem nada para aprender.
Do jeito que você já manda para qualquer pessoa: foto, PDF ou áudio. Sem abrir app e sem preencher nada.
A IA reconhece o que é cada coisa e tira o que importa: o prato vira calorias e macros, o exame vira resultados, a receita vira lista de remédios.
Tudo fica em ordem no seu painel pessoal, com o arquivo original guardado no seu cofre. Quando precisar, está lá.
Cada mensagem vira informação organizada, sem você digitar uma linha.
Calorias, proteína, carboidrato e gordura estimados pela foto — e quanto do prato é comida de verdade e quanto é ultraprocessado. A resposta chega no próprio chat.
Mande o PDF do laboratório, mesmo com várias páginas: cada resultado vira dado, com a faixa de referência e o que o próprio laudo marca como alterado.
Médico, data e cada remédio com a posologia do jeito que está escrita. O que não dá para ler com segurança fica marcado — nunca adivinhado.
A ficha nova vira a sua ficha atual, com divisões e exercícios. O plano alimentar guarda metas e refeições do jeito que a nutricionista escreveu.
Atestado, laudo de ultrassom, bioimpedância, carteira de vacina: tudo guardado e separado por tipo, pronto para mostrar na consulta.
Prefere falar? Mande um áudio: eu transcrevo e guardo. Transformar o que você disse em dado — peso, sono, remédio — está no “Em breve”.
Resumo do dia, linha do tempo, refeições com foto e macros por dia, e o que foi lido de cada documento. Abre por um link só seu.
Precisa mostrar um exame ao médico? Mande um link que abre só aquele arquivo e expira em 30 minutos.
Sem baixar nada: o painel abre no navegador do celular e mostra a sua história de saúde do jeito que ela aconteceu.
Ilustração.
Nutricionistas, personal trainers e clínicas: o que o seu paciente manda pelo WhatsApp vira um histórico que você enxerga. Nada digitado à mão.
Em breve para empresas e planos de saúde: patrocinar o viid para colaboradores ou beneficiários. Com uma regra de desenho — quem paga nunca vê o dado clínico de ninguém.
O que a gente faz — e o que a gente se recusa a fazer.
Seus arquivos ficam num armazenamento privado. Não existe link público para eles.
O painel abre por um endereço exclusivo, que a gente cancela na hora se você pedir.
Para o médico, um link que abre um único arquivo por 30 minutos. O resto do seu histórico fica com você.
Ela repete o que o laudo marca e deixa claro: quem interpreta é o seu médico.
O que não dá para ler com segurança fica em branco e marcado como não lido. Nunca um número chutado.
Em grupo do WhatsApp o viid não registra nada: lá não dá para saber de quem é a saúde.
Estas funções ainda não estão no ar — estão sendo construídas agora. A gente não vende como pronto o que ainda não está.
“Que horas eu tomo a losartana?” “Meu exame de março estava alterado?” A resposta vem no mesmo WhatsApp.
“Pesei 82 kg”, “pressão 12 por 8” ou o print do relógio: vira medição e entra no gráfico.
A hora da última refeição e o sono, a proteína de ontem e a recuperação de hoje. Com menos de 7 dias de dado, nenhuma conclusão — e nunca “causa”, só “tendeu a”.
No horário que você combinar, com registro do que foi tomado — e do que ficou para trás.
Depois de ler um documento, o viid pergunta se está certo. Você corrige com um toque, sem sair do WhatsApp.
Libere os exames para o cardiologista sem liberar o que você come. Cada acesso é uma autorização que você pode revogar.
Não. Tudo começa no WhatsApp que você já usa. O painel abre no navegador do celular, por um link seu.
Foto de refeição, exame (PDF ou foto), receita, ficha de treino, plano alimentar, atestado, laudo, bioimpedância, carteira de vacina e áudio. Arquivos em PDF ou imagem (JPG, PNG, WebP ou HEIC) de até 15 MB.
Não — e ela foi feita sabendo disso. Calorias pela foto são uma estimativa. Em documento, o que não dá para ler com segurança fica marcado como não lido, em vez de virar um número inventado.
Não. Ele guarda e organiza o que eles te passam, para a próxima consulta começar de onde a última parou.
Seus arquivos ficam num cofre privado, o painel abre só pelo seu link e o que você compartilha expira em 30 minutos. Os detalhes estão em Privacidade.
O viid está em acesso antecipado, e o teste é gratuito. Toque em Quero testar, confirme o seu número pelo WhatsApp e comece a mandar.
Estamos abrindo aos poucos, e o teste é gratuito: você confirma o seu número pelo WhatsApp e já começa a mandar.
Quero testar Você só precisa do WhatsApp que já usa.